Descubra os alvos frequentes do GE – Grupo de Evangelismo




Descubra os alvos frequentes do GE - Grupo de Evangelismo

O Grupo de Evangelismo deve, de preferência, ser feito na casa de pessoas não evangélicas. Mas como fazer para implantar um GE na casa dessas pessoas?

Para isso, você deve explorar as oportunidades. Se você sabe de algum amigo ou parente que está passando por algum tipo de dificuldade (seja no casamento, crise com filhos, condição financeira, possessão demoníaca, vícios, doenças, etc.), procure ajudá-lo, comprometendo-se em separar um tempo para estar orando com ele.



Eu não desejo a ninguém que para ser alcançando por Jesus tenha que chegar ao fundo do poço. Eu creio que Deus também não quer que isso aconteça. Talvez venha dessa ideia aquele ditado popular que diz: “Quem não vai pelo amor, vai pela dor”. Isto não reflete o caráter de Deus, nem o nosso. Contudo, existem pessoas que ficam mais sensíveis a Deus quando estão passando por situações que elas não dão conta de resolver sozinhas, e é nessa hora que nós precisamos nos fazer presentes na vida delas e transformar esses momentos em grande oportunidade de falar de Jesus, e ao mesmo tempo fazer uma campanha de oração junto com o GE, a fim de mostrar o poder de Deus.

Para essa oração, é claro, a única exigência é a presença irrecusável dos envolvidos na proposta. Esta é inegociável. Caso contrário, você pode até evangelizá-los, porém ele já nasce com os sintomas do “crente 6h – cês’oras” (aquele irmão que está sempre pedindo oração e não se esforça para orar ele mesmo).

Lembro-me de certa vez em que fui convidado por um membro da igreja para fazer uma oração na casa de um senhor que esta com alto grau de depressão, a tal ponto que seus familiares estavam suspeitando que ele estivesse com demônio. Ao chegarmos a sua casa, fomos conversar com ele. A primeira impressão foi de causar espanto, pois ele só falava de coisas negativas: Sentia vontade de pular do apartamento, ouvia vozes dizendo que matasse toda a família e depois se suicidasse. Eram coisas como essas.

Logo percebi que aquele senhor precisava de um pouco mais de tempo para ser curado, pois ele não conseguia expressar fé alguma. Quando eu falava que Jesus podia curá-lo, ele repetia seguidamente que não tinha mais jeito para o seu problema, que os remédios que ele tomava não estavam fazendo mais qualquer efeito. Foi quando eu chamei de lado o casal que estava me acompanhando. Ele era irmão daquele senhor. Chamei também a esposa dele, e propus fazer um Grupo de Evangelismo por sete semanas pela cura dele. A única exigência era que eles estivessem nas reuniões, orando e jejuando comigo.

Nas primeiras semanas parece que nada estava acontecendo, porém continuamos sendo fiéis e aplicando muita fé. Só depois da quinta semana é que nós percebemos uma melhora visível. Mas, pelos olhos da fé, eu já contemplava a sua cura desde a primeira oração. Aproveitei para lembrar que ele precisava entregar a vida para Jesus e passar a congregar fielmente. Ele concordou em ir para o culto de domingo. No final daquele Grupo de Evangelismo ele estava totalmente curado, congregando na célula e também na igreja. Deus seja louvado por isso.

Extraído do Livro “Grupo de Evangelismo: A Plataforma para o Crescimento da Igreja” – Rone Feijão, Editora Premius, 2012.

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