Dicas de quebra-gelo para confraternização de final de ano da sua célula

113368_130058556117ldNeste período do ano nossas células fazem confraternização, separando um tempo de comunhão para celebrar os frutos que foram gerados durante o ano. A equipe do Portal MDA separou algumas sugestões de quebra-gelo para a confraternização da sua célula, setor, distrito ou grupo de discípulos. Divirtam-se!

1.SEM AS PEDRAS NO CAMINHO: Esta atividade pode ser realizada em uma reunião de final de ano. Material: Providencie um pouco de pedrinhas dessas coloridas, ou branquinhas, que se usam em vasos de plantas. As pedrinhas deverão ser suficientes para todos. Objetivo: Refletir sobre as questões que têm atrapalhado a vida de todos (durante o ano). Não esquecer de ressaltar a importância do sigilo sobre o que se disser na reunião Como executar: Cada pessoa receberá uma pedrinha e, cada um por sua vez, dirá o que tem atrapalhado a sua vida. Lembrar que não se deve considerar as pessoas como “pedras”, ou seja, não é o marido ou o filho que atrapalham, mas os sentimentos a respeito das circunstâncias que cada pessoa tem atravessado. No final, todos deverão colocar a pedrinha em alguma lata de lixo que já estará na sala de reunião. Orar, em seguida. Se alguém preferir, poderá levar sua pedrinha e, no caminho, lançá-la o mais longe possível. Leitura bíblica: Salmos 91.11,12.

2. GARRAFA DA GRAÇA: Material necessário: Uma garrafa vazia (pode ser refrigerante). Desenvolvimento: O grupo deve sentar, formando um círculo. O líder coloca a garrafa deitada no chão no centro da sala e a faz girar rapidamente, quando ela parar estará apontando (gargalo) para alguém e, o líder dará uma palavra de encorajamento ou estímulo à essa pessoa. A pessoa indicada pela garrafa terá então a tarefa de girá-la e falar palavras de encorajamento para quem ela apontar e assim sucessivamente. Textos para trabalhar após este exercício: 1 Pe 4:10,11; 10 – Cada um administre aos outros o dom como o recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus. 11- Se alguém falar, fale segundo as palavras de Deus; se alguém administrar, administre segundo o poder que Deus dá; para que em tudo Deus seja glorificado por Jesus Cristo, a quem pertence a glória e poder para todo o sempre. Amém. Ef 4:29,30; 29 – Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que for boa para promover a edificação, para que dê graça aos que a ouvem. 30 – E não entristeçais o Espírito Santo de Deus, no qual estais selados para o Dia da redenção. Pv 12:25. 25 – A solicitude no coração do homem o abate, mas {uma} boa palavra o alegra.

3.MINHA OUTRA METADE ESTÁ EM VOCÊ OBJETIVOS: Promover a aproximação das pessoas do grupo, incentivar o diálogo e novas amizades. Material: Cartelas de cores variadas, tamanho aproximadamente de 10 x 15 cm, em número suficiente, de modo a não faltar prá ninguém. Escrever em cada cartela, uma frase significativa (pode ser parte de uma música, versículo bíblico, um pensamento, uma palavra apenas, etc.) Exemplos: “Eu sem você, só sou desamor.” “Você é especial para mim.” “Nada se compara à nossa amizade.” “Amigo é coisa prá se guardar…” Cortar as cartelas ao meio, de modo que a frase fique dividida. Processo: Inicia-se com a distribuição das duas metades das cartelas, tendo o cuidado para que todos recebam. Estabelecer um tempo para as pessoas procurarem suas metades. À proporção que cada dupla se encontrar, procurará um lugar para conversar: o ponto de partida é a frase escrita na cartela. Após dez minutos, mais ou menos, o facilitador solicita que algumas duplas falem sobre a experiência ( o que sentiram como foi o encontro, etc.).

4.EM BUSCA DO OLHAR OBJETIVOS: Trabalhar o aprofundamento da integração do grupo. Incentivar o toque e exercitar a comunicação não-verbal. Processo: O facilitador solicita ao grupo que todos fiquem de pé em círculo a uma distância razoável. Em seguida, pede-se que as pessoas se concentrem e busquem olhar para todos no círculo. O facilitador poderá escolher uma música sentimental, leve, que favoreça o encontro não-verbal, até sintonizar numa pessoas cujo olhar lhe foi significativo. Ao encontro desses olhares, as pessoas se deslocam lentamente umas para as outras, indo se encontrar no centro do grupo. Abraçam-se , tocam-se e cada uma irá se colocar no lugar da outra. O exercício prossegue, até que todos tenham se deslocado em busca de alguém, podendo, ainda cada pessoa fazer seus encontros com quantas pessoas sinta vontade. Normalmente, essa experiência é de uma riqueza extraordinária. Barreiras são quebradas, pedidos de perdão são feitos, tudo isso sem que se diga uma palavra. Cabe ao facilitador Ter sensibilidade para a condução de troca de experiências não verbais. Essa dinâmica também e excelente para encerramentos de atividades grupais em que pessoas passaram algum tempo juntas.

Fonte: www.dicasdemulhervirtuosa.blogspot.com.br

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