Não briguem uns com os outros

competitorsAntes de falar em uma conferência em Belfast, eu tive a oportunidade de passear pelas ruas. Pichações marcavam os prédios e containers que separam os setores católico e protestante da cidade.

Só agora é que a cura está voltando para essa parte do mundo devastada pela guerra. Paulo diz :”Mas se vocês se mordem e se devoram uns aos outros, cuidado para não se destruírem mutuamente” (Gálatas 5.15).

Contendas e conflitos criam mais tumulto. A amargura leva a mais amargura. Paulo diz à igreja para parar com isso. Resistam morder e devorar uns aos outros, e deixem o amor reinar. Paulo dá este conselho para seu filho espiritual Timóteo:

Ao servo do Senhor não convém brigar, mas, sim, ser amável para com todos, apto para ensinar, paciente. Deve corrigir com mansidão os que se lhe opõem, na esperança de que Deus lhes conceda o arrependimento, levando-os ao conhecimento da verdade, para que assim voltem à sobriedade e escapem da armadilha do diabo, que os aprisionou para fazerem a sua vontade (II Timóteo 2.24-26).

Como crentes, não estamos imunes ao ciclo vicioso de “morder e devorar”. No entanto, à medida que crescemos em Cristo, percebemos como é improdutivo dar lugar à raiva e à amargura. Discípulos relacionais sabem que Deus não é honrado pelo ódio, e optam por seguir o caminho da paz e do amor.

LIVRODISCIPULADORELAC

 

Extraído do Livro “Discipulado Relacional” – Joel Comiskey, MDA Publicações, 2014.

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