O amor é uma marca

amor-marca-mda-770x470O amor é uma poderosa marca identificadora do verdadeiro cristão e de sua fé. Se ele não estiver em determinada pessoa ou situação, ali há uma fé fingida, falsa. João diz na sua primeira epístola: “Aquele que diz está na luz, e odeia a seu irmão, até agora está em trevas” ( I João 2.9). Logo, o verdadeiro amor; é contrário disso. O ódio é uma marca natural do homem sem Cristo, mas o novo homem é recriado para justiça.

O ódio é uma marca dos que não foram alcançados pela Luz. Depois que somos iluminados pelos raios da graça, acontece conosco o que Paulo diz em Tito 3.3: “Porque também nós éramos noutro tempo insensatos, desobedientes, extraviados, servindo a várias concupiscências e deleites, vivendo em malícia e inveja, odiosos, odiando-nos uns aos outros”. Mas agora, que fomos alcançados pela luz de Cristo e andamos nos Seus caminhos, voltamos para I João 2.10: “Aquele que ama a seu irmão está na luz, e nele não há escândalo”.

A presença do amor na vida de alguém demonstra a verdadeira fé. Aquele que ama a seu irmão permanece na luz, e nele não há nenhum tropeço. Ele caminha em segurança, em proteção. Tropeços são acidentes que ocorrem em caminhos escorregadios, tortuosos, cheios de buracos e pedregulhos. No caminho do amor você pode até caminhar muito, suar, mas ele é seguro e conduz a lugares de glória.

O verdadeiro amor e as pessoas que andam nele não têm do que ser acusados, a não ser do bem. E considerando que Deus é luz, quem está n’Ele está na luz. A ausência da luz desse amor demonstra cegueira espiritual. I João 2.11 diz: “Aquele, porém, que odeia a seu irmão está nas trevas, e anda nas trevas, e não sabe para onde vai, porque as trevas lhe cegaram os olhos”.

É muito grande a luta do diabo tentando desviar os olhos das pessoas da verdadeira luz. Ele cria luzes falsas, verdades aparentes, no intuito de afastar as pessoas do caminho do amor. Ele cega o entendimento dos incrédulos de acordo com II Coríntios 4.4: “nos quais o deus deste século cegou o entendimento dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, o qual é a imagem de Deus”. Por isso o incrédulo professo não possui a verdadeira convicção de salvação, mas apenas uma ilusão carnal que o leva ao precipício. Mas tem jeito: tudo de que ele precisa é receber o amor de Cristo, marca inconfundível daquele que foi alcançado pelo amor de Deus.

Sobre o autor:

, é diretor e pastor-presidente da Base Regional da Igreja da Paz São Paulo. Supervisor das Bases Regionais da Igreja da Paz em Santarém (PA) e Fortaleza. Idealizador e gestor da Visão MDA. Além de autor de livros, manuais e apostilas, é também pregador e palestrante em eventos nacionais e internacionais.

Fonte: www.revistamda.com

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