O ministério do mentor ou discipulador




O termo mentor não aparece na Bíblia. É uma palavra que se introduziu no português por meio da literatura grega de Homero, na qual “Mentor” é o amigo confiável a quem Odisseu encomenda a responsabilidade de cuidar de seu filho Telêmaco. Odisseu partiu para a guerra, mas quando voltou, muitos anos depois, encontrou seu filho parecido consigo, refletindo o seu caráter, fruto do bom trabalho feito pelo seu amigo Mentor.

O ministério do mentor ou discipulador




Desde então, um mentor se define como uma pessoa de experiência que ajuda outra de menos experiência (o mentoreado ou discípulo) a desenvolver-se, e por sua vez lhe oferece conselho sábio, serve-lhe de modelo em sua maneira de viver. Esta relação de mentoreamento é comum no mundo acadêmico e, atualmente, também no contexto organizacional das empresas. Será que podemos apresentar para Jesus discípulos parecidos com Ele?

Na experiência cristã, o mentor é conhecido mais como um líder espiritual, um “irmão mais velho”, ou um discipulador. Uma boa definição do mentoreamento é o discipulado tal como Jesus o praticou. Hoje em dia, não é de se estranhar que o conceito de discipulado se limite às primeiras etapas da vida cristã.

Sem dúvida, o discipulado deve permanecer vigente durante toda a vida do indivíduo. Não é um modelo novo, mas se requer uma visão distinta quanto ao desenvolvimento da liderança. Não é somente a busca pela transferência de conhecimentos, mas também compartilhar as experiências de vida no Senhor, com o fim de apoiar o discípulo em seu crescimento espiritual e ministerial.




Aquele que quer discipular como Cristo fez deveria buscar o reino de Deus mais do que seu próprio império. Muitos pastores e líderes estão tão submersos na obra do ministério, sempre apelando para a ajuda de líderes competentes que andem em santidade, mas se esquecem do princípio de formação de líderes ensinado pelo apóstolo Paulo à igreja de Éfeso (Efésios 4.11,12).

“E ele mesmo concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres, com vistas ao aperfeiçoamento dos santos para o desempenho do seu serviço, para a edificação do corpo de Cristo.”

Quantos ministros continuam sem entender este princípio? Muitos! Lutam para levar adiante programas de ministério, mas não se dedicam a levantar novos líderes, formando-os para a obra do ministério.

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